Faz um tempo que vi uma reportagem no
Webmotors sobre as dificuldades dos motoqueiros e os detalhes que
os motoristas não sabem sobre as motos.
Entre os detalhes estavam
descritos:
-
Dificuldade de frenagem que uma moto tem
quando em piso molhado. Pois escorregar é fácil principalmente se
passa sobre uma faixa pintada.
-
As luzes de indicação de
“seta” não apagam sozinhas como nos carros. Se bem que
o que tem de motorista que esquece ou liga para o lado
errado.
-
O motociclista está exposto a maiores
danos físicos do que o motorista.
-
Um buraco pode até furar um pneu do
carro, mas pode tombar uma moto.
Eu achei a reportagem muito interessante,
mas senti falta de algumas dicas mais sinceras. Não foi feita
distinção entre motoqueiro e motociclista.
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O motociclista se acha muito rápido e
tende a mudar de direção sem aviso.
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Quando chove as motos andam devagar,
muito devagar e não saem da frente de medo de passar por cima das
faixas pintadas
-
Motociclistas se comportam como torcida
organizada. Mesmo sem conhecer um ao outro querem partir para a
violência do motorista, sem importar quem é o culpado.
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Motociclistas não são instruídos sobre os
sinais de farol e dicas de quando estão atrapalhando quem vem mais
rápido na faixa.
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Motociclistas não costumam andar nas
lombadas. Eles cortam pelo meio fio. Cuidado quando for fazer uma
conversão para algum lado após uma lombada, você pode ser
atingido.
Desculpem aqueles que se locomovem sobre
veículos motorizados de duas rodas,mas eu mesmo tenho péssimas
experiências.
Por duas vezes fui atingido por motos. Em
um dos casos eu fiz uma curva à direita após uma lombada e fui
atingido por um ser que entrou de capacete e tudo em meu carro.
Pela velocidade que veio ele havia “cortado” a lombada.
Em outra ocasião estava dirigindo o carro de minha mãe enquanto
aguardava o meu ficar pronto da revisão quando uma senhora em uma
moto não fez a curva e subiu (literalmente) no carro. Eu até
cheguei a parar, mas ela não. Nos dois casos os condutores das
motos não possuíam habilitação. Eu particularmente não entendo o
porque disso. Será que as pessoas pensam que é igual bicicleta?
Deveríamos inventam uma habilitação para bicicletas também. Claro
que é absurdo, mas quem sabe assim entendessem que não é tão
simples assim.
Acho difícil encontrar alguém que não
tenha sido atingido ou atingiu uma moto. Minha namorada já foi
até atropelada por uma, na contramão.
Caso você tenha tido sorte ou não
aprendeu com a experiência, existe uma série de dicas de
seguradoras para sua proteção.
Ressalto que não são todos, mas a
maioria. Assim como aqueles que dirigem sobre quatro rodas também
fazem muita besteira. Mas pelo número de motos ainda ser menor que
o de carros, o índice de acidentes é extremamente alto.
ORIENTAÇÃO DAS CORRETORAS DE SEGUROS PARA
MOTORISTAS DE VEÍCULOS -
-Sempre que estiver envolvido em um
acidente de trânsito com um motoqueiro, registre o BO (Boletim de Ocorrência),
independente de culpa.
-Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é
o culpado e tenta fazer um acordo no local. Diz que está bem e não
necessita de socorro médico, mas depois, ele vai a um distrito policial, registra
o BO e alega que o veículo fugiu sem prestar socorro, cobrando, depois, na
justiça, os dias que ficou sem trabalhar (lucros cessantes), conserto da moto e
etc...
-Na maioria dos casos, as testemunhas do
motoqueiro são outros motoqueiros.
-Caso ele mova uma ação judicial, ele
terá documentos oficiais e testemunhas e você não terá defesa alguma.
-Isso é fato, pois está ocorrendo com
freqüência, portanto não entre na conversa do motoqueiro, que diz não ter
acontecido nada.
-Houve um dos casos, a pessoa foi até a
delegacia registrar BO, eis que quando chega à delegacia... lá estavam os tais
amigos do motoqueiro tentando registrar BO de omissão de socorro , e o mesmo que tinha
alegado no acidente que estava tudo bem , na delegacia ele estava
todo enfaixado .
Ronaldo M Salles